Muito conscientizador o vídeo sobre o Rio Grande produzido por Alex Abreu, da Detalhe Filmes. Vale apenas ver e ouvir.
O filme começam mostrando imagens das tradicionais barcas que ancoravam às margens do rio para trazer e levar mercadorias. Em uma delas, no fundo, exibe o antigo “La Barca”, na época point da sociedade barreirense. Com o tempo seu prédio desmoronou.
No final ele usa algumas imagens da brutal da redução da vazão do Rio Grande quando fecharam o Rio das Fêmeas para a formação do lago artificial necessário para o funcionamento das turbinas e a geração de energia da PCH. As denúncias são de que o Rio das Fêmeas secou por cerca de 24 horas matando peixes e deixando a população ribeirinha sem água.
“Sou um rio
Sou o grande
Mas até quando serei
Sinto meu leito secar
E a vida que há nele se esvair
Sinto sede
Sinto medo
Quase não sou mais um rio
Hoje de Grande só restou o nome”
O final da narração deixa um alerta a todos. Se nada for feito contra o assoreamento das cabeceiras e do curso do rio; o uso abusivo das irrigações: o lixo jogado no seu leito e nos seus afluentes, um dia a Natureza Mãe poderá nos castigar por todos esses destratos causados a nosso principal rio, amanhã de Grande só restará somente o nome.
O filme começam mostrando imagens das tradicionais barcas que ancoravam às margens do rio para trazer e levar mercadorias. Em uma delas, no fundo, exibe o antigo “La Barca”, na época point da sociedade barreirense. Com o tempo seu prédio desmoronou.
No final ele usa algumas imagens da brutal da redução da vazão do Rio Grande quando fecharam o Rio das Fêmeas para a formação do lago artificial necessário para o funcionamento das turbinas e a geração de energia da PCH. As denúncias são de que o Rio das Fêmeas secou por cerca de 24 horas matando peixes e deixando a população ribeirinha sem água.
“Sou um rio
Sou o grande
Mas até quando serei
Sinto meu leito secar
E a vida que há nele se esvair
Sinto sede
Sinto medo
Quase não sou mais um rio
Hoje de Grande só restou o nome”
O final da narração deixa um alerta a todos. Se nada for feito contra o assoreamento das cabeceiras e do curso do rio; o uso abusivo das irrigações: o lixo jogado no seu leito e nos seus afluentes, um dia a Natureza Mãe poderá nos castigar por todos esses destratos causados a nosso principal rio, amanhã de Grande só restará somente o nome.
Clique, ouça e veja o lamento do Rio Grande.
FONTE JORNAL NOVOESTE ON-LINE
Dói, não é? Inda mais pra a gente que tem uma relação tão afetiva com ele. É como se meu avô tivesse sofrido derrame.
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